Seja você mesmo!


Você precisa saber o que é melhor para si. Muitas pessoas tentarão impor padrões, esperando que você seja como elas querem. Mas isso não significa que você deve parar de viver por causa da opinião alheia.


“Sair do armário” não muda sua essência. Não altera sua sexualidade ou identidade de gênero. E, se mudar, isso é uma escolha pessoal, que só diz respeito a quem a faz. O que importa é o direito de cada um viver sua verdade.


A aceitação é um desafio. Desde o nascimento, somos moldados por regras e expectativas:

Quando crianças, querem que cresçamos rápido.

Se não falamos, nos forçam a falar.

Se não queremos comer, insistem até nos obrigar.

Se não queremos brincar, exigem que participemos.


Ou seja, desde o início, somos direcionados a seguir normas e padrões sociais e culturais. Mesmo aqueles que questionam essa normalização ainda vivem sob certas imposições. Mas isso não significa que devemos deixar de viver. O essencial é buscar aquilo que nos traz paz e faz sentido para nossa existência.


Você não precisa se encaixar em um grupo social imposto. Você escolhe onde pertence. E, se ainda não existir um espaço que te represente, crie o seu. No entanto, liberdade não é sinônimo de libertinagem. Não devemos colocar nossa dignidade em risco.


Viver para si mesmo é um presente diário. 

Mas a sociedade frequentemente nos reprime com regras, crenças, ideologias e padrões que, muitas vezes, não fazem sentido para todos. A tecnologia e a globalização trazem inúmeras informações valiosas, mas nem todas serão bem recebidas por todos.


Sobre ser pai e mãe em relação a tanta informação. 


Eu não sei quais escolhas meus filhos farão no futuro, e nem posso interferir nelas. Filhos devem ser criados com amor, carinho e respeito, mas, um dia, eles precisarão amadurecer e traçar seus próprios caminhos – assim como eu fiz. A vida é feita de ciclos, e todos nós passamos por eles.


Devemos viver, mas sem romantizar a vida. Ela pode ser maravilhosa, mas também pode ser cruel quando nos deixamos ser corrompidos por padrões inalcançáveis, pelo marketing, pela estética e pela necessidade de validação externa.


Eu escolho me olhar no espelho e me amar, com todas as imperfeições do meu corpo. Eu me aceito como sou. Eu sou próspero e digno de todas as coisas boas que a vida tem a oferecer.


Eu vou sair desse armário e mostrar ao mundo que mereço a abundância. Eu me permito buscar novos horizontes e encerrar o ciclo que me impede de ser feliz.


Seja feliz com a…

Liberdade de viver.

Liberdade de se expressar.

Liberdade de dizer não.

Liberdade de ser quem você é.

Liberdade de buscar seus sonhos.

Liberdade de ser pai ou mãe.

Liberdade de escolher não ser pai ou mãe.

Liberdade de ter ou não um relacionamento.

Liberdade de sair ou ficar em casa.

Liberdade de viver experiências positivas.

Liberdade de reconhecer seus limites e priorizar seu bem-estar.

Liberdade de dizer: “Não consigo fazer isso agora, mas amanhã entregarei com excelência.”

Liberdade de não aceitar ser maltratado por pessoas que se acham superiores.

Liberdade de ser seu próprio chefe e construir seu caminho.

Liberdade de errar até acertar.

Liberdade de buscar momentos de solitude quando necessário.

Liberdade de não fazer nada em um dia útil, se isso for para o seu bem.

Liberdade de dizer ao professor: “Eu não sei, me ajude!” – e, se ele recusar, continuar insistindo.

Liberdade de afirmar para si mesmo: “Eu posso, eu consigo, porque sou incrível!”


A liberdade vai muito além do que imaginamos. Quem escolhe viver com liberdade encontra o seu equilíbrio.


No entanto, a única coisa que não pode ser incluída nesse conceito de liberdade é o uso dela para manipular, tirar a vida de alguém ou cometer suicídio.

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